Novembro 2, 2008
Hoje, dia dedicado a digerir o bolinho, não deixei de visitar o projecto. Mas que surpresa agradável tive, quando olhei o couval. A chuva que tem caído conseguiu ressuscitar os vegetais o suficiente para me sentir vaidoso a ponto de nem sequer contactar os outros membros (a bem dizer, parceiros e adversários no jogo) já que eu tinha colocado adubo a mais e desconfiava que tinha ‘dado cabo’ daquilo. Ainda estive para as replantar às escondidas, fazendo novos cobaixos para que não fosse o responsável por tamanha tragédia. Mas consultei o Borda d’Água
e fiquei esclarecido. Nem mexi mais a confiar nos setenta e tal anos de edições do almanaque e resultou.
Existe já uma couve com quase 50 cm de altura, a qual diga-se, ainda não tem estrutura para aguentar o vento. Amanhã se me lembrar ligo ao Karracius-Rei-de-Espadas, o tal das mãos de veludo, a exigir que coloque uma cana como apoio.
O Rei de Copas não esteve este fim de semana pelo que vai ficar surpreendido não pelo tamanho da couve mas pelos comentários que circulam por aí sobre a Janta-de-Sexta-à-Noite. Digeri mal o jantar e não era para menos. Os ‘jantaristas’ eram menos obviamente já que se presumia no dia do anúncio que não seria algo que elogiasse a cozinha. Mas pronto, o Krugger-Rei-de-Paus continua sem apresentar uma ementa, pelo que está em situação melindrável.
Voltando à terra. Na barraca, perdão!…, na sede, fiz ontem uma limpeza do telhado juntamente com o Rei-de-Paus. A água foi muita. De qualquer modo, e para precaver uma eventual futura seca, o Krugger teve uma ideia genial, mas que não percebi de ínicio.

Existem ideias que proibem qualquer meditação mais profunda.




